terça-feira, 12 de agosto de 2008

Sento-me,
endireito as costas,
estendo os braços em direcção ao teclado,
fecho os olhos
e deixo as mãos caírem nas teclas.

Sinto-te aqui,
a deslizar pelo meu corpo..
a escorrer pelas minhas veias.

Vertemo-nos, como água, que passa de um co(r)po para o outro.

E a cada dia me sinto mais de ti,
a cada dia te sinto um pouco mais de mim.

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