Sento-me, endireito as costas,
estendo os braços em direcção ao teclado,
fecho os olhos
e deixo as mãos caírem nas teclas.
Sinto-te aqui,
a deslizar pelo meu corpo..
a escorrer pelas minhas veias.
Vertemo-nos, como água, que passa de um co(r)po para o outro.
E a cada dia me sinto mais de ti,
a cada dia te sinto um pouco mais de mim.
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