Dar-te a mão é como andar levementeembriagada.. pululante de alegria..
com a boca por vezes esquecida aberta...
pela admiração com que te olho.
Imersa naquela alegria trivial...
de quem simplesmente gosta,
como eu gosto de estar contigo.
Sentir a garganta meio seca
pela sede constante que tenho de ti.
Adormecer e acordar
com a mesma vontade de ter
o teu corpo diluído no meu.
Não precisar entender mais nada,
porque viver-te está para além
do entendimento.
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