
Já vivi a solidão, os dias amargos, a aspereza, a incomunicação, o silêncio.. habituada ao afastamento e ao desinteresse. Sempre oscilante entre o pragmatismo e a contemplação - ser e sentir, simplesmente.
Mas agora só me apetece correr para esse momento mágico em que te abraço.. numa primitiva vontade de expressão.
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