quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008




Ela ouvira, uma vez, o leve ruído que ele fazia,
chegou à janela e viu-o todo nu. Ele viu-a, não
fez um gesto, mas ela saíu dali. Veio sentar-se
na beira da cama, e assim ficou sem dizer
palavra, de cabeça baixa.

Das outras vezes nada ouvimos, mas, de manhã,
encontrávamos as marcas da sua passagem.


Georges Bataille, o Abade C.

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